Um assunto muito ginecológico: A situação das mulher

From: Adilson Esquerdo Lopes (dr.adilson@uol.com.br)
Sat, 18 Sep 1999 13:24:28 -0300


>
>A GUERRA DO TALIBAN CONTRA AS MULHERES.
>
>O governo de Afeganistao está empreendendo uma guerra contra as
>mulheres.
>
>A situação está tão ruim que um editorial do Times comparou o tratamento
>
>das mulheres no Afeganistao ao tratamento dos judeus durante o
>pré-holocausto na Polonia.
>
>O regime fundamentalista do Taliban chegou ao poder em 1996. Desde então
>
>as
>mulheres passaram a ter que usar a burqua, um vestido longo com uma
>carapuça que esconde a cabeca, que tem uma tela por onde elas podem
>enxergar.
>
>Sao apedrejadas em público se não usam o traje formal, e isso não apenas
>
>se
>não tem a malha que cobre a frente dos olhos. Uma mulher apanhou até a
>MORTE, de um grupo de fundamentalistas por expor o braço dela
>acidentalmente, enquanto estava dirigindo. Outra foi apedrejada até a
>morte por ter tentado deixar o pais com um homem que não era um parente.
>
>As mulheres estão proibidas de trabalhar ou até mesmo estar em público
>sem
>um parente masculino. Profissionais como professoras, tradutoras,
>doutoras,
>advogadas, artistas e escritoras foram afastadas de seus trabalhos e
>trancafiadas em casa. As casas onde há uma mulher têm que ter as janelas
>
>pintadas para impedir que elas sejam vistas por estranhos. Elas têm que
>usar sapatos silenciosos para nunca serem ouvidas.
>
>Mulheres vivem com medo de perder a vida por causa de um leve deslize no
>
>comportamento que é imposto.
>
>Como elas não podem trabalhar, seus parentes masculinos ou maridos ou
>estão
>passando fome até a morte ou estao mendigando na rua. Não há quase
>nenhuma
>instalação médica disponível para mulheres, e muitos profissionais da
>área
>da saúde, em protesto, deixaram o país levando medicamentos e outras
>coisas
>necessárias para tratar o crescente índice de depressão entre mulheres.
>
>Nao há como, nessa sociedade fundamentalista islâmica, saber a taxa de
>suicídio com certeza, mas calcula-se que a taxa de suicídio entre
>mulheres aumentou significativamente, já que não podem achar tratamento
>para a depressão severa, e não suportam a mudança radical em suas vidas.
>
>Num dos raros hospitais para mulheres, um reporter encontrou corpos
>quase
>inanimados, imóveis em cima de camas, embrulhados em burquas, sem
>vontade
>de falar, comer, fazer qualquer coisa. Outras enlouqueceram, são
>encontradas pelas esquinas, balançando o corpo ou chorando, a maioria
>com medo. Um medico está considerando, quando o pouco medicamento que
>resta acaba, deixar estas mulheres na frente da residência do presidente
>
>como uma forma de protesto.
>
>Chegou ao ponto em que o termo violação dos direitos humanos é
>desconhecido.
>
>Homens têm o poder de vida e morte sobre as mulheres,especialmente as
>esposas. Mas qualquer homem tem o mesmo direito de apedrejar ou bater
>numa mulher, mesmo que desconhecida, se ela simplesmente expor uma
>polegada do corpo, mesmo que acidentalmente.
>
>Dizem que o Ocidente nao deveria julgar o regime fundamentalista do
>Afeganistão, porque essa é uma questão cultural. Mas nem isso é
>verdadeiro.
>
>Mulheres desfrutavam uma liberdade relativa para trabalhar, geralmente
>se vestiam como queriam, dirijam e apareciam só em público. Isso até
>1996.
>
>A rapidez dessa transição é o principal argumento, para a depressão e
>suicídio: mulheres que eram pedagogas ou doutoras ou simplesmente
>desfrutavam da liberdade básica para qualquer ser humano, agora são
>severamente reprimidas e mal-tratadas em nome de ala fundamentalista do
>Islã.
>
>Se a OTAN usou sua força militar em Kosovo em nome de direitos humanos,
>por causa da segregacao racial contra os Albaneses, então o Ocidente
>também pode se expressar contra a opressão, o assassinato e injustiça
>cometida contra
>mulheres pelo Taliban.
>
>DECLARAÇÃO:
>
>Assinando isto, concordamos que o tratamento das mulheres no Afeganistão
>

>completamente INACEITÁVEL e que é preciso que orgãos como as Nações
>Unidas tomem uma atitude. A propriedade de mulheres não é um assunto
>pequeno
>em qualquer lugar e é INACEITÁVEL que mulheres, em 1999, sejam tratadas
>como seres sub-humanos e como propriedade. Igualdade, liberdade e
>decência
>humana são DIREITOS, se a pessoa vive no Afeganistão ou em qualquer
>outro
>lugar do mundo.
>
> 1) Sandra Maria Galheigo -Campinas - SP - Brasil
> 2) Maria Heloísa da Rocha Medeiros - São Carlos - SP -Brasil
> 3) Roseli Esquerdo Lopes - São Carlos - SP - Brasil
> 4) Gil Vicente Reis de Figueiredo - São Carlos - SP - Brasil
> 5) Sarah Esquerdo Magliano - São Carlos - SP - Brasil
> 6) Tiago Marcondes Alves de Lima - São Carlos - SP - Brasil
> 7) Olga Lopes Esquerdo - Sorocaba - SP - Brasil
> 8) Raphael Esquerdo Moreno - Sorocaba - SP - Brasil

9) Adilson Esquerdo Lopes - Sorocaba - SP - Brasil >Por favor assine para apoiar, e inclua sua cidade e pais. Entao copie e
>envie para tantas pessoas quanto possivel.
>
>Se voce receber essa lista com mais de 100 nomes, por envie uma copia
>para
>Mary Robinson,webadmin.hchr@unorg.ch e Angela King, aw@undp.org, ambas
>da
>ONU.
>
>POR FAVOR, so' envie a petiçao para Mary Robinson e Angela King quando a
>
>lista atingir 100, 150, 200 nomes. Ate' mesmo se voce decidir nao
>assinar,
>por favor, desconsidere, mas nao tranque a peticao.
>
>Obrigado!
>
>Margaret Duckett margaretduckett@hotmail.com
>David Garmaise dgarmaise@home.com
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