Re: money always money

From: Carmen (carmenaraujo@uol.com.br)
Thu, 2 Sep 1999 01:31:27 -0300


Que tristeza, aonde vamos chegar? E obvio que se deve valorizar o proprio trabalho, que se deve receber dignamente por servicos prestados (e ai ate se pode incluir o ato de proferir palestras,,,) Mas,,, "marido agente", lista de exigencias e outras frescuras ..., parece coisa de artista cobrando cache e exigindo coisas exoticas no camarim, nao de medicos trocando experiencias e saber. Uma banalizacao do ato medico. Para ser mais clara, nao sei quem e a "santa" do milagre, com seu "adoravel esposo" mas e um fato realmente para nos envergonhar.

>----- Original Message -----
From: obstet-l@obgyn.net To: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@talk.obgyn.net> Sent: Tuesday, August 31, 1999 11:35 PM Subject: OBSTET-L digest 299

> OBSTET-L Digest 299
>
> Topics covered in this issue include:
>
> 1) Re: software
> by "Ricardo Savaris" <savaris@orion.ufrgs.br>
> 2) Re: medicina fetal
> by mardies44@yahoo.com.ec (CARMEN ROMERO)
> 3) Re: medicina fetal
> by Thomaz Rafael Gollop <trgollop@usp.br>
> 4) Re: protocolo ASCUS
> by "Mario Italo" <italo@elogica.com.br>
> 5) Money always money
> by "José Jacyr Leal Júnior" <caf@jacyrleal.com.br>
> 6) Deseo retirarme del círculo
> by "ivan jesus" <imatara@hotmail.com>
> 7) Re: Money always money
> by "Ricardo Savaris" <savaris@orion.ufrgs.br>
> 8) Re: Money always money
> by "Thadeu" <thadeu@fortalnet.com.br>
>
> ----------------------------------------------------------------------
>
> ----------------------------------------------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 08:46:05 -0300
> ----------------------------------------------------------------------
> From: "Ricardo Savaris" <savaris@orion.ufrgs.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>
> Subject: Re: software
> Message-ID: <199908311149.IAA29183@orion.ufrgs.br>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> Content-Transfer-Encoding: 8bit
>
> A Gens Informática está para lançar o Personal G.O. que é para o
> tocoginecoologista. O site é
> http://www.gensinformatica.com.br
>
> Ricardo Savaris MD, TEGO, MSc, PhD
> Porto Alegre, Brazil
> 55 51 3211944
>
> ----------
> > De: marcelo <medtromusa@aol.com>
> > Para: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@talk.obgyn.net>
> > Assunto: Re: software
> > Data: Segunda-feira, 30 de Agosto de 1999 23:31
> >
> > At Wed, 30 Sep 1998, mjulia| wrote:
> > >
> > >Alguem pode me indicar um bom software para o consultório de G.O.?
> > >
> > >--
> > >Perdi as indicacões já comentadas nesta lista.
> > >Grata.
> > >Maria Julia de A. Geribello CRM 55076 S.Carlos-SP-
> > >
> > alguem tem o telefone da ENDOVIEW em sao paulo?
> >
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 12:16:17 -0500 (CDT)
> ------------------------------
> From: mardies44@yahoo.com.ec (CARMEN ROMERO)
> To: OBSTET-L@OBGYN.net
> Subject: Re: medicina fetal
> Message-ID: <199908311716.MAA03373@talk.obgyn.net>
>
> At Fri, 4 Dec 1998, Hilton Silva wrote:
> >
> >At Fri, 04 Dec 1998, Maria Julia de Almeida Geribello wrote:
> >>
> >>Primigesta,35anos, com 7semanas,sorologia de toxo: igm+ igg+.
> >>Como proceder? Rovamicina 3g/dia ? Por quanto tempo?Realizar sorologia
> >>do cordão?Quando?
> >>Agradeço a colaboração dos colegas.
> >>Maria Julia de A. Geribello CRM55076
> >
> >Prezada colega Maria Júlia. Eis o que tenho a respeito do tratamento de
> >toxoplasmose no primeiro trimestre da gtravidez: Sulfadiazina, 4g/dia
> >durante 3 a 4 semanas. Não tenho experiência com rovamicina. Um
> >abraço. Hilton.
> >
> >--
> >Hilton Silva. Ginecologista e obstetra em Itumbiara - GO.
> >
>
> --
> HELLO I'M FROM GUAYAQUIL, ECUADOR AND I WHANT TO KNOW ABOUT ROVAMICINA AND
TOXOPLASMOSIS, PLEASE GIVE ME DIRECCION OR INFORMATION ABOUT. >
> THANKS,
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 18:29:38 -0300
> ------------------------------
> From: Thomaz Rafael Gollop <trgollop@usp.br>
> To: obstet-l@obgyn.net
> Subject: Re: medicina fetal
> Message-ID: <37CC4942.18A2C8B6@usp.br>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1
> Content-Transfer-Encoding: 8bit
>
> PREZADA COLEGA:
> EM PRIMEIRO LUGAR E FUNDAMENTAL SABER SE A SOROLOGIA REALIZADA E
CONFIAVEL. LEMBRO QUE 90% DAS SOROLOGIAS EM NOSSO MEIO SAO FALSOS POSITIVOS > OU IgM RESIDUAL.
> SUGIRO REPETIR A SOROLOGIA MATERNA DE PREFERENCIA NO LABORATORIO FLEURY DE
SAO PAULO. ENQUANTO NAO TIVER O RESULTADO DA SOROLOGIA O > TRATAMENTO INDICADO E ROVAMICINA 3.0 G POR DIA. CASO A SOROLOGIA MATERNA,
INCLUINDO TESTE DE AVIDEZ, CONFIRMAR INFECCAO MATERNA AGUDA O > EXAME DE ELEICAO HOJE E AMNIOCENTESE COM ISOLAMENTO DE TOXO E PCR.
> QUALQUER DUVIDA ENTRE EM CONTATO CONOSCO.
>
> PROF. THOMAZ GOLLOP - INSTITUTO DE MEDICINA FETAL DE SAO PAULO. R. FELIX
DE SOUZA,321 CEP 04612-080 TEL 11- 530-0809 FAX 11- 535-4320 >
> CARMEN ROMERO escreveu:
>
> > At Fri, 4 Dec 1998, Hilton Silva wrote:
> > >
> > >At Fri, 04 Dec 1998, Maria Julia de Almeida Geribello wrote:
> > >>
> > >>Primigesta,35anos, com 7semanas,sorologia de toxo: igm+ igg+.
> > >>Como proceder? Rovamicina 3g/dia ? Por quanto tempo?Realizar sorologia
> > >>do cordão?Quando?
> > >>Agradeço a colaboração dos colegas.
> > >>Maria Julia de A. Geribello CRM55076
> > >
> > >Prezada colega Maria Júlia. Eis o que tenho a respeito do tratamento
de > > >toxoplasmose no primeiro trimestre da gtravidez: Sulfadiazina, 4g/dia
> > >durante 3 a 4 semanas. Não tenho experiência com rovamicina. Um
> > >abraço. Hilton.
> > >
> > >--
> > >Hilton Silva. Ginecologista e obstetra em Itumbiara - GO.
> > >
> >
> > --
> > HELLO I'M FROM GUAYAQUIL, ECUADOR AND I WHANT TO KNOW ABOUT ROVAMICINA
AND TOXOPLASMOSIS, PLEASE GIVE ME DIRECCION OR INFORMATION ABOUT. > >
> > THANKS,
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 20:17:46 -0300
> ------------------------------
> From: "Mario Italo" <italo@elogica.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>
> Subject: Re: protocolo ASCUS
> Message-ID: <002601bef407$a8eff880$21eef9c8@brasil>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: text/plain;
> charset="iso-8859-1"
> Content-Transfer-Encoding: 8bit
>
> obrigado Agostinho pela dupla contribuicao; acentos e protocolo da
SBPTGIC. > Mario Italo

>> ---- Original Message -----
> From: Agostinho Guedes <aguedes@yahoo.com>
> To: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@talk.obgyn.net>
> Sent: Tuesday, August 31, 1999 7:07 AM
> Subject: Re: protocolo ASCUS
>
> > [ texto sem acentos ]
> > ASCUS, neste diagnostico estao incluidos os casos com
> > ausencia de alteracoes celulares que possam ser
> > classificadas como neoplasia intraepitelial cervical,
> > porem com alteracoes citologicas que merecem uma
> > melhor investigacao. Nesse caso, a orientacao eh que
> > se faca o tratamento dos processos infecciosos, se
> > existentes, e a realizacao de outra coleta apos 6
> > meses. A repeticao do diagnostico de ASCUS ou AGUS na
> > nova citologia, faz com que a paciente deva ser
> > encaminhada para exame colposcopico.
> >
> > Essa foi a conduta preconizada pela Sociedade
> > Brasileira de Patologia do Trato Genital
> > Inferior e Colposcopia para o Programa Nacional de
> > Combate ao Cancer .
> >
> > --- Mario Italo <italo@elogica.com.br> wrote:
> > > Caros colegas da lista
> > > estamos coletando procedimentos quer individuais
> > > quer de serviços públicos e ou universitários
> > > '''em ASCUS ". Finalidade- uniformizar
> > > acompanhamento.
> > > Grato pela contribuição
> > > Mario Italo
> > > CRM 10097 - PE
> > > Serviço de Ginecologia do HAM-MS-SUS
> > > Recife-Pe
> > >
> >
> > ===
> > +--------------------------------------------------------+
> > | Agostinho Guedes |
> > +--------------------------------------------------------+
> > | mail_to:aguedes@yahoo.com |
> > +--------------------------------------------------------+
> > | http://hello.to/agostinho |
> > | icq # 14080454 |
> > +--------------------------------------------------------+
> >
> > +--------------------------------------------------------+
> > __________________________________________________
> > +--------------------------------------------------------+
> >
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 22:14:03 -0300
> ------------------------------
> From: "José Jacyr Leal Júnior" <caf@jacyrleal.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>
> Subject: Money always money
> Message-ID: <019a01bef417$48c137c0$1ad9c3c8@sulinfo>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: multipart/alternative;
> boundary="----=_NextPart_000_0197_01BEF3FE.2245E000"
>
> ------=_NextPart_000_0197_01BEF3FE.2245E000
> Content-Type: text/plain;
> charset="iso-8859-1"
> Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
>
> Prezados colegas
>
> Perdoem-me o tamanho da carta mas necessito por favor, do auxílio e da > opinião dos amigos sobre o que segue:
>
> Convidei uma colega nossa para vir a minha cidade, Curitiba para em um > dia, sábado, palestrar em sua área de especialidade, e na manhã de > domingo teríamos uma parte prática, com pacientes em meu serviço. > Solicitei no momento do convite da possibilidade de que as > inscrições fossem mais baixas do que ela costuma cobrar, pois não > tenho finalidade de lucro e sim trazer uma melhor medicina a meus pares > (concorrentes). Acertamos um valor de 1/3 da inscrição que > atualmente cobra, mas que segundo ela, "para valer a pena sair de sua > cidade, queria uma garantia de quinze inscrições". Apesar de que eu > não cobro para falar em lugar nenhum, não critico quem acha que esse > é o caminho, mesmo para fazer auto-markting. O risco era todo meu = > Menos de quinze inscrições, o prejuízo seria meu. " - O que fosse > a mais seria da organização do evento", palavras da médica.
> Iniciada toda a organização e desenvolvimento para que fosse uma > festa para todos, não economizei em trabalho e nos custos de local, > equipamentos, enfim tudo o que é necessário a um bom evento.
> Algum tempo após tudo combinado, recebo um fax de seu marido não > médico, que intitula-se seu auxiliar-organizador, com uma lista de > exigências com 18 itens, intitulando-se Organizador do Curso e impondo > valores diferentes do combinado e me permitindo cobrar R$50,00 a mais em > cada inscrição para me auxiliar nos custos. Fiz contato telefônico > com esse senhor e o comuniquei que não foi isso o combinado com sua > esposa (não fiz contrato pois apenas convidei uma médica para > falar). Como a lista de exigências constava até mandar mala direta > para o Norte e Nordeste, sendo eu de Curitiba, imaginei que fosse > engano... Sua resposta foi evasiva dizendo que falaria com sua esposa. > Passou a ligar diversas vezes a minha secretária comentando sempre > erros em minha organização, fingindo-se alguém interessado no > evento etc... Resolvi ignorá-lo em respeito a doutora.
> Tudo pronto, fiquei sabendo por ela que chegaria a Curitiba na noite de > sexta feira, com seu adorável marido não convidado na bagagem. > Viriam por sua própria conta e se hospedariam num hotel que ela mesma > escolheu.
> Para minha grata surpresa, houveram 43 inscrições para um tema tão > específico. Aderiram ao chamado a grande maioria dos serviços > congêneres de Curitiba, alguns do interior do Paraná e até de > Santa Catarina.
> Marcada a hora do encontro, fui receber o casal pessoalmente no hotel e > os conduzi ao Encontro. Tudo transcorreu da forma mais perfeita > possível e muitos elogios a toda organização. Sr. marido chegou e > permaneceu reclamando da mala direta, do certificado, que ele teria > feito diferente, etc. etc. etc. Resolvi continuar calado em respeito a > doutora e por ser por pouco tempo, apesar que às vezes batia nas suas > costas e falava - "puxa que bom que você veio". Pedi a minha esposa > que passasse no hotel enquanto não alí retornavam, para pagar toda > suas contas, deixar flores, uma lembrança e um bilhete de > agradecimento.
> Fim de festa, diversos elogios dos participantes e pedidos de outros > encontros semelhantes, chamei o sr. marido para dar-lhe o cheque do > combinado antes que retornassem ao aeroporto. Eu estava cansado mas > satisfeito por tudo e claro, por não ter tido prejuizo e conseguindo > cobrir a quase totalidade dos custos sem contar o meu trabalho.
> Vendo o valor das quinze incrições no cheque, a criatura iniciou a > vociferação esbravejando que o curso era deles e portanto, deles > seriam todas as inscrições. Alegavam os dois que quinze > inscrições seriam o mínimo para virem a Curitiba e que o restante > a mais, que seria dos organizadores do curso, seriam não as demais > inscrições eventualmente obtidas, mas sim o que eu cobrasse a mais > em cima do preço combinado por cada inscrito e portanto levariam todo > o valor do evento, e que como eu não cobrei a mais sobre o valor das > incrições, o problema era meu.
> Bem amigos isso aconteceu dentro do meu serviço. Pedi a doutora que > falaria apenas com ela pois ainda éramos médicos e ele não. Deixei > claro que ele não poderia continuar alí. Pediu para que o revistasse > etc - baixaria total. Após falar a doutora a sós da minha tristeza > em ver a medicina nesse estado de coisas, e se ela pensava que eu teria > todo o trabalho que tive e custo, de um evento de auto-promoção dela > e de seu serviço, eu seria no mínimo louco. Coloquei que se foi um > mal entendido, porque esse mal entendido foi da minha parte e não > deles já que falei com seu marido na ocasião do fax listado de > exigências, quando poderíamos ter resolvido tudo e não esperar > até o final. Não acreditando no que estava acontecendo, pedi a ela > um ou dois dias para pensar no assunto, até baixar adrenalina e a > tristeza, quando então a contataria para resolvermos como adultos > sérios.
> Sr. marido não aceitou mas colocou rápidamente o cheque no bolso e > saiu.
> No mesmo dia já em sua cidade iniciaram o que deve ser uma tentativa > de intimidação com ameaças via e-mail, telegrama urgente e carta > registrada, com o título "recebimento do restante" e nome completo do > seu advogado. Não aceitou o cheque mas o levou e descontou > rápidamente.
>
> Não estou pedindo suporte a minha opinião colegas, mas a doutora > insite que - "essa é a realidade em nosso País e conduta corrente > em vários serviços e eventos, e inclusive nos serviços mais > dinheiristas, ela ainda leva 50% ".
> Devemos nos calar diante desse tipo de "oferta de conhecimentos" ?
> Eram os Deuses astronautas ?
> Estou louco ?
> Se a medicina está realmente assim em nosso país colegas, eu > desisto.
>
> Desculpem mas estou envergonhado.
>
> José Jacyr Leal Júnior
> Centro de Avaliação Fetal Batel SC Ltda.
> Curitiba - Paraná - Brasil
> caf@jacyrleal.com.br
> http://www.jacyrleal.com.br
>
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> </HEAD>
> <BODY bgColor=#ffffff>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Prezados colegas</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Perdoem-me o tamanho da carta mas > necessito por
> favor, do aux&iacute;lio e da opini&atilde;o dos amigos sobre o que
> segue:</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Convidei uma colega nossa para vir a > minha
> cidade, Curitiba para em um dia, s&aacute;bado, palestrar em sua > &aacute;rea de
> especialidade, e na manh&atilde; de domingo ter&iacute;amos uma parte
> pr&aacute;tica, com pacientes em meu servi&ccedil;o. Solicitei no > momento do
> convite da possibilidade de que as inscri&ccedil;&otilde;es fossem mais > baixas
> do que ela costuma cobrar, pois n&atilde;o tenho finalidade de lucro e > sim
> trazer uma melhor medicina a meus pares (concorrentes). Acertamos um > valor de
> 1/3 da inscri&ccedil;&atilde;o que atualmente cobra, mas que segundo > ela,
> &quot;para valer a pena sair de sua cidade, queria uma garantia de > quinze
> inscri&ccedil;&otilde;es&quot;. Apesar de que eu n&atilde;o cobro para > falar em
> lugar nenhum, n&atilde;o critico quem acha que esse &eacute; o caminho, > mesmo
> para fazer auto-markting. O risco era todo meu = Menos de quinze
> inscri&ccedil;&otilde;es, o preju&iacute;zo seria meu. &quot; - O que > fosse a
> mais seria da organiza&ccedil;&atilde;o do evento&quot;, palavras da
> m&eacute;dica. </FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Iniciada toda a > organiza&ccedil;&atilde;o e
> desenvolvimento para que fosse uma festa para todos, n&atilde;o > economizei em
> trabalho e nos custos de local, equipamentos, enfim tudo o que &eacute;
> necess&aacute;rio a um bom evento.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Algum tempo ap&oacute;s tudo > combinado, recebo
> um fax de seu marido n&atilde;o m&eacute;dico, que intitula-se seu
> auxiliar-organizador, com uma lista de exig&ecirc;ncias com 18 itens,
> intitulando-se Organizador do Curso e impondo valores diferentes do > combinado e
> me permitindo cobrar R$50,00 a mais em cada inscri&ccedil;&atilde;o para > me
> auxiliar nos custos. Fiz contato telef&ocirc;nico com esse senhor e o > comuniquei
> que n&atilde;o foi isso o combinado com sua esposa (n&atilde;o fiz > contrato pois
> apenas convidei uma m&eacute;dica para falar). Como a lista de > exig&ecirc;ncias
> constava at&eacute; mandar mala direta para o Norte e Nordeste, sendo eu > de
> Curitiba, imaginei que fosse engano... Sua resposta foi evasiva dizendo > que
> falaria com sua esposa. Passou a ligar diversas vezes a minha > secret&aacute;ria
> comentando sempre erros em minha organiza&ccedil;&atilde;o, fingindo-se
> algu&eacute;m interessado no evento etc... Resolvi ignor&aacute;-lo em > respeito
> a doutora. </FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Tudo pronto, fiquei sabendo por ela > que chegaria
> a Curitiba na noite de sexta feira, com seu ador&aacute;vel marido > n&atilde;o
> convidado na bagagem. Viriam por sua pr&oacute;pria conta e se > hospedariam num
> hotel que ela mesma escolheu.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Para minha grata surpresa, houveram > 43
> inscri&ccedil;&otilde;es para um tema t&atilde;o espec&iacute;fico. > Aderiram ao
> chamado a grande maioria dos servi&ccedil;os cong&ecirc;neres de > Curitiba,
> alguns do interior do Paran&aacute; e at&eacute; de Santa > Catarina.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Marcada a hora do encontro, fui > receber o casal
> pessoalmente no hotel e os conduzi ao Encontro. Tudo transcorreu da > forma mais
> perfeita poss&iacute;vel e muitos elogios a toda > organiza&ccedil;&atilde;o. Sr.
> marido chegou e permaneceu reclamando da mala direta, do certificado, > que ele
> teria feito diferente, etc. etc. etc. Resolvi continuar calado em > respeito a
> doutora e por ser por pouco tempo, apesar que &agrave;s vezes batia nas > suas
> costas e falava&nbsp; - &quot;puxa que bom que voc&ecirc; veio&quot;. > Pedi a
> minha esposa que passasse no hotel enquanto n&atilde;o al&iacute; > retornavam,
> para pagar toda suas contas, deixar flores, uma lembran&ccedil;a e um > bilhete de
> agradecimento.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Fim de festa, diversos elogios dos > participantes
> e pedidos de outros encontros semelhantes, chamei o sr. marido para > dar-lhe o
> cheque do combinado antes que retornassem ao aeroporto. Eu estava > cansado mas
> satisfeito por tudo e claro, por n&atilde;o ter tido prejuizo e > conseguindo
> cobrir a quase totalidade dos custos sem contar o meu > trabalho.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Vendo o valor das quinze > incri&ccedil;&otilde;es
> no cheque, a criatura iniciou a vocifera&ccedil;&atilde;o esbravejando > que o
> curso era deles e portanto, deles seriam todas as > inscri&ccedil;&otilde;es.
> Alegavam os dois que quinze inscri&ccedil;&otilde;es seriam o > m&iacute;nimo para
> virem a Curitiba e que o restante a mais, que seria dos organizadores do > curso,
> seriam n&atilde;o as demais inscri&ccedil;&otilde;es eventualmente > obtidas, mas
> sim o que eu cobrasse a mais em cima do pre&ccedil;o combinado por cada > inscrito
> e portanto levariam todo o valor do evento, e que como eu n&atilde;o > cobrei a
> mais sobre o valor das incri&ccedil;&otilde;es, o problema era > meu.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Bem amigos isso aconteceu dentro do > meu
> servi&ccedil;o. Pedi a doutora que falaria apenas com ela pois ainda
> &eacute;ramos m&eacute;dicos e ele n&atilde;o. Deixei claro que ele > n&atilde;o
> poderia continuar al&iacute;. Pediu para que o revistasse etc - baixaria > total.
> Ap&oacute;s falar a doutora a s&oacute;s da minha tristeza em ver a > medicina
> nesse estado de coisas, e se ela pensava que eu teria todo o trabalho > que tive e
> custo, de um evento de auto-promo&ccedil;&atilde;o dela e de seu > servi&ccedil;o,
> eu seria no m&iacute;nimo louco. Coloquei que se foi um mal entendido, > porque
> esse mal entendido foi da minha parte e n&atilde;o deles j&aacute; que > falei com
> seu marido na ocasi&atilde;o do fax listado de exig&ecirc;ncias, quando
> poder&iacute;amos ter resolvido tudo e n&atilde;o esperar at&eacute; o > final.
> N&atilde;o acreditando no que estava acontecendo, pedi a ela um ou dois > dias
> para pensar no assunto, at&eacute; baixar adrenalina e a tristeza, > quando
> ent&atilde;o a contataria para resolvermos como adultos
> s&eacute;rios.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Sr. marido n&atilde;o aceitou mas > colocou
> r&aacute;pidamente o cheque no bolso e saiu. </FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>No mesmo dia j&aacute; em sua cidade > iniciaram o
> que deve ser uma tentativa de intimida&ccedil;&atilde;o com > amea&ccedil;as via
> e-mail, telegrama urgente e carta registrada, com o t&iacute;tulo
> &quot;recebimento do restante&quot; e nome completo do seu advogado. > N&atilde;o
> aceitou o cheque mas o levou e descontou > r&aacute;pidamente.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>N&atilde;o estou pedindo suporte a > minha
> opini&atilde;o colegas, mas a doutora insite que&nbsp; - &quot;essa > &eacute; a
> realidade em nosso Pa&iacute;s e conduta corrente em v&aacute;rios
> servi&ccedil;os e eventos, e inclusive nos servi&ccedil;os mais > dinheiristas,
> ela ainda leva 50% &quot;.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Devemos nos calar diante desse tipo > de
> &quot;oferta de conhecimentos&quot; ?&nbsp;</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2></FONT><FONT size=2>Eram os Deuses > astronautas
> ?</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2>Estou louco ? </FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>S</FONT><FONT size=2>e a medicina > est&aacute;
> realmente assim em nosso pa&iacute;s colegas, eu desisto.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT size=2>Desculpem mas estou envergonhado.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT size=2>Jos&eacute; Jacyr Leal J&uacute;nior</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2>Centro de Avalia&ccedil;&atilde;o Fetal Batel SC
> Ltda.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2>Curitiba - Paran&aacute; - Brasil</FONT></DIV>
> <DIV><FONT size=2><A
> href="mailto:caf@jacyrleal.com.br">caf@jacyrleal.com.br</A></FONT></DIV> >
> <DIV><FONT size=2><A
> href="http://www.jacyrleal.com.br">http://www.jacyrleal.com.br</A></FON> T></DIV>
> <DIV><FONT size=2></FONT>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT size=2></FONT>&nbsp;</DIV></BODY></HTML>
>
> ------=_NextPart_000_0197_01BEF3FE.2245E000--
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 19:01:17 PDT
> ------------------------------
> From: "ivan jesus" <imatara@hotmail.com>
> To: obstet-l@obgyn.net, obstet-l@talk.obgyn.net
> Subject: Deseo retirarme del círculo
> Message-ID: <19990901020118.78462.qmail@hotmail.com>
> Mime-Version: 1.0
> Content-Type: text/plain; format=flowed
>
> >To: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@talk.obgyn.net>
> Agradézcoles me insuscriban de la lista, agradeciéndoles la información
> recibida hasta la actualidad. se suscribe de Uds. Atte.
> imatara@hotmail.com
> >
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 23:02:43 -0300
> ------------------------------
> From: "Ricardo Savaris" <savaris@orion.ufrgs.br>
> To: <obstet-l@talk.obgyn.net>
> Subject: Re: Money always money
> Message-ID: <199909010202.XAA20925@orion.ufrgs.br>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1
> Content-Transfer-Encoding: 8bit
>
> Jacyr,
>
> O negócio é bem simples
>
> 1. Tem algum contrato assinado pelas duas partes com respeito ao acordo?
> Parece que não...
> logo deixa de lado a questão do advogado e tudo mais.
>
> 2. Nunca mais convida ela para nada...
>
> 3. Eu perguntei ao Professor Bruce Lessey da Carolina do Norte, amigo meu
e > grande sumidade sobre integrinas, implantação endometrial e abortamento de
> repetição quanto ele cobraria para vir para o Brasil dar uma palestra....
> NADA, só a passagem e poderia ficar na minha casa. Therefore, the things
> that she said are just bullshit.
>
> Ricardo Savaris, MD, TEGO, MSc, PhD
> Porto Alegre, Brazil
> 55 51 3211944
>
> Não estou pedindo suporte a minha opinião colegas, mas a doutora insite
que > - "essa é a realidade em nosso País e conduta corrente em vários serviços
> e eventos, e inclusive nos serviços mais dinheiristas, ela ainda leva 50%
> ".
> Devemos nos calar diante desse tipo de "oferta de conhecimentos" ?
> Eram os Deuses astronautas ?
> Estou louco ?
> Se a medicina está realmente assim em nosso país colegas, eu desisto.
>
> Desculpem mas estou envergonhado.
>
> José Jacyr Leal Júnior
> Centro de Avaliação Fetal Batel SC Ltda.
> Curitiba - Paraná - Brasil
> caf@jacyrleal.com.br
> http://www.jacyrleal.com.br
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Tue, 31 Aug 1999 23:35:32 -0300
> ------------------------------
> From: "Thadeu" <thadeu@fortalnet.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>,
> "Multiple recipients of list OBSTET-L" <obstet-l@talk.obgyn.net>
> Subject: Re: Money always money
> Message-ID: <001c01bef422$cdb4dbc0$aae2fdc8@thadeu>
> MIME-Version: 1.0
> Content-Type: multipart/alternative;
> boundary="----=_NextPart_000_0019_01BEF409.84644780"
>
> ------=_NextPart_000_0019_01BEF409.84644780
> Content-Type: text/plain;
> charset="iso-8859-1"
> Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
>
> Que barra, hein, companheiro? A que ponto chegamos e aonde iremos > chegar, só quem (sobre)viver verá! A falta da formação > humanística dos médicos, inexistente nos currículos das nossas > faculdades de medicina, com certeza, é e irá continuar sendo fator > fundamental nesse mau-caratismo que, infelizmente, grassa no interior da > nossa categoria, de Norte a Sul do País.
> O grande Médico - de branco - o finado suicida Pedro Nava precisa > ser, urgentemente, resgatado e servir como farol nessa escuridão moral > que nos cerca. Abaixo está transcrito um pequeno trecho de um dos seus > livros. Foi extraído do 5º volume (Galo-das-Trevas), das suas > memórias:
>
> "...Entretanto, se pensássemos na dureza de nossa formação, > na nossa
> vida exposta a todos os contágios, a todas as contingências, na > nossa
> existência mais dada que desfrutada - talvez o COLEGUISMO pudesse ser
> repouso, angra e garantia - uma posição moral e não a palavra oca > que rola
> vazia por aí. Devíamos ter pena uns dos outros em vez de nos > devorar. Mas
> consola a idéia de que existem os colegas puros de coração e > sentimento - os
> verdadeiros Médicos, homens de branco e de alma branca, glória de > uma
> profissão. Encontrei uns raros dessa qualidade, procurei sua companhia > e
> amizade como honra e proveito para mim. Aqueles de quem estou dizendo > mal
> são a infeliz maioria dos apenas formados em Medicina - mas cuja alma > não se
> elevou acima da sua categoria de homens marrons - nódoa permanente da > ARTE."
>
> Francisco Thadeu Lima Chaves
> CRM (CE) - 3017
>

>> ----- Original Message -----
> From: José Jacyr Leal Júnior
> To: Multiple recipients of list OBSTET-L
> Sent: Tuesday, August 31, 1999 10:28 PM
> Subject: Money always money
>
> Prezados colegas
>
> Perdoem-me o tamanho da carta mas necessito por favor, do auxílio e > da opinião dos amigos sobre o que segue:
>
> Convidei uma colega nossa para vir a minha cidade, Curitiba para em um > dia, sábado, palestrar em sua área de especialidade, e na manhã de > domingo teríamos uma parte prática, com pacientes em meu serviço. > Solicitei no momento do convite da possibilidade de que as > inscrições fossem mais baixas do que ela costuma cobrar, pois não > tenho finalidade de lucro e sim trazer uma melhor medicina a meus pares > (concorrentes). Acertamos um valor de 1/3 da inscrição que > atualmente cobra, mas que segundo ela, "para valer a pena sair de sua > cidade, queria uma garantia de quinze inscrições". Apesar de que eu > não cobro para falar em lugar nenhum, não critico quem acha que esse > é o caminho, mesmo para fazer auto-markting. O risco era todo meu = > Menos de quinze inscrições, o prejuízo seria meu. " - O que fosse > a mais seria da organização do evento", palavras da médica.
> Iniciada toda a organização e desenvolvimento para que fosse uma > festa para todos, não economizei em trabalho e nos custos de local, > equipamentos, enfim tudo o que é necessário a um bom evento.
> Algum tempo após tudo combinado, recebo um fax de seu marido não > médico, que intitula-se seu auxiliar-organizador, com uma lista de > exigências com 18 itens, intitulando-se Organizador do Curso e impondo > valores diferentes do combinado e me permitindo cobrar R$50,00 a mais em > cada inscrição para me auxiliar nos custos. Fiz contato telefônico > com esse senhor e o comuniquei que não foi isso o combinado com sua > esposa (não fiz contrato pois apenas convidei uma médica para > falar). Como a lista de exigências constava até mandar mala direta > para o Norte e Nordeste, sendo eu de Curitiba, imaginei que fosse > engano... Sua resposta foi evasiva dizendo que falaria com sua esposa. > Passou a ligar diversas vezes a minha secretária comentando sempre > erros em minha organização, fingindo-se alguém interessado no > evento etc... Resolvi ignorá-lo em respeito a doutora.
> Tudo pronto, fiquei sabendo por ela que chegaria a Curitiba na noite > de sexta feira, com seu adorável marido não convidado na bagagem. > Viriam por sua própria conta e se hospedariam num hotel que ela mesma > escolheu.
> Para minha grata surpresa, houveram 43 inscrições para um tema > tão específico. Aderiram ao chamado a grande maioria dos serviços > congêneres de Curitiba, alguns do interior do Paraná e até de > Santa Catarina.
> Marcada a hora do encontro, fui receber o casal pessoalmente no hotel > e os conduzi ao Encontro. Tudo transcorreu da forma mais perfeita > possível e muitos elogios a toda organização. Sr. marido chegou e > permaneceu reclamando da mala direta, do certificado, que ele teria > feito diferente, etc. etc. etc. Resolvi continuar calado em respeito a > doutora e por ser por pouco tempo, apesar que às vezes batia nas suas > costas e falava - "puxa que bom que você veio". Pedi a minha esposa > que passasse no hotel enquanto não alí retornavam, para pagar toda > suas contas, deixar flores, uma lembrança e um bilhete de > agradecimento.
> Fim de festa, diversos elogios dos participantes e pedidos de outros > encontros semelhantes, chamei o sr. marido para dar-lhe o cheque do > combinado antes que retornassem ao aeroporto. Eu estava cansado mas > satisfeito por tudo e claro, por não ter tido prejuizo e conseguindo > cobrir a quase totalidade dos custos sem contar o meu trabalho.
> Vendo o valor das quinze incrições no cheque, a criatura iniciou a > vociferação esbravejando que o curso era deles e portanto, deles > seriam todas as inscrições. Alegavam os dois que quinze > inscrições seriam o mínimo para virem a Curitiba e que o restante > a mais, que seria dos organizadores do curso, seriam não as demais > inscrições eventualmente obtidas, mas sim o que eu cobrasse a mais > em cima do preço combinado por cada inscrito e portanto levariam todo > o valor do evento, e que como eu não cobrei a mais sobre o valor das > incrições, o problema era meu.
> Bem amigos isso aconteceu dentro do meu serviço. Pedi a doutora que > falaria apenas com ela pois ainda éramos médicos e ele não. Deixei > claro que ele não poderia continuar alí. Pediu para que o revistasse > etc - baixaria total. Após falar a doutora a sós da minha tristeza > em ver a medicina nesse estado de coisas, e se ela pensava que eu teria > todo o trabalho que tive e custo, de um evento de auto-promoção dela > e de seu serviço, eu seria no mínimo louco. Coloquei que se foi um > mal entendido, porque esse mal entendido foi da minha parte e não > deles já que falei com seu marido na ocasião do fax listado de > exigências, quando poderíamos ter resolvido tudo e não esperar > até o final. Não acreditando no que estava acontecendo, pedi a ela > um ou dois dias para pensar no assunto, até baixar adrenalina e a > tristeza, quando então a contataria para resolvermos como adultos > sérios.
> Sr. marido não aceitou mas colocou rápidamente o cheque no bolso e > saiu.
> No mesmo dia já em sua cidade iniciaram o que deve ser uma tentativa > de intimidação com ameaças via e-mail, telegrama urgente e carta > registrada, com o título "recebimento do restante" e nome completo do > seu advogado. Não aceitou o cheque mas o levou e descontou > rápidamente.
>
> Não estou pedindo suporte a minha opinião colegas, mas a doutora > insite que - "essa é a realidade em nosso País e conduta corrente > em vários serviços e eventos, e inclusive nos serviços mais > dinheiristas, ela ainda leva 50% ".
> Devemos nos calar diante desse tipo de "oferta de conhecimentos" ?
> Eram os Deuses astronautas ?
> Estou louco ?
> Se a medicina está realmente assim em nosso país colegas, eu > desisto.
>
> Desculpem mas estou envergonhado.
>
> José Jacyr Leal Júnior
> Centro de Avaliação Fetal Batel SC Ltda.
> Curitiba - Paraná - Brasil
> caf@jacyrleal.com.br
> http://www.jacyrleal.com.br
>
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> <DIV><FONT face=Arial size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que > barra, hein,
> companheiro? A que ponto chegamos e aonde iremos chegar, só quem > (sobre)viver
> verá! A falta da formação humanística dos médicos, inexistente > nos currículos
> das nossas faculdades de medicina, com certeza, é e irá continuar > sendo fator
> fundamental nesse mau-caratismo que, infelizmente, grassa no interior da > nossa
> categoria, de Norte a Sul do País. </FONT></DIV>
> <DIV><FONT face=Arial size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O grande > Médico - de
> branco - o finado suicida Pedro Nava precisa ser, urgentemente, > resgatado e
> servir como farol nessa escuridão moral que nos cerca.&nbsp;Abaixo > está
> transcrito um pequeno trecho de um dos seus livros. Foi extraído do > 5º volume
> (Galo-das-Trevas), das suas memórias:<BR><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
> "...Entretanto, se pensássemos na dureza de nossa formação, na > nossa<BR>vida
> exposta a todos os contágios, a todas as contingências, na > nossa<BR>existência
> mais dada que desfrutada - talvez o COLEGUISMO pudesse ser<BR>repouso, > angra e
> garantia - uma posição moral e não a palavra oca que rola<BR>vazia > por aí.&nbsp;
> Devíamos ter pena uns dos outros em vez de nos devorar. Mas<BR>consola > a idéia
> de que existem os colegas puros de coração e sentimento - > os<BR>verdadeiros
> Médicos, homens de branco e de alma branca, glória de > uma<BR>profissão.
> Encontrei uns raros dessa qualidade, procurei sua companhia e<BR>amizade > como
> honra e proveito para mim. Aqueles de quem estou dizendo mal<BR>são a > infeliz
> maioria dos apenas formados em Medicina - mas cuja alma não > se<BR>elevou acima
> da sua categoria de homens marrons - nódoa permanente da
> ARTE."<BR><BR><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Francisco Thadeu Lima
> Chaves</FONT></DIV>
> <DIV><FONT face=Arial
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> CRM (CE) - 3017</FONT></DIV>
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> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Perdoem-me o tamanho da carta mas > necessito
> por favor, do auxílio e da opinião dos amigos sobre o que > segue:</FONT></DIV>
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> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Convidei uma colega nossa para vir > a minha
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> especialidade, e na manhã de domingo teríamos uma parte prática, > com pacientes
> em meu serviço. Solicitei no momento do convite da possibilidade de > que as
> inscrições fossem mais baixas do que ela costuma cobrar, pois > não tenho
> finalidade de lucro e sim trazer uma melhor medicina a meus pares
> (concorrentes). Acertamos um valor de 1/3 da inscrição que > atualmente cobra,
> mas que segundo ela, "para valer a pena sair de sua cidade, queria uma >
> garantia de quinze inscrições". Apesar de que eu não cobro para > falar em lugar
> nenhum, não critico quem acha que esse é o caminho, mesmo para > fazer
> auto-markting. O risco era todo meu = Menos de quinze > inscrições, o prejuízo
> seria meu. " - O que fosse a mais seria da organização do evento", > palavras da
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> para que fosse uma festa para todos, não economizei em trabalho e > nos custos
> de local, equipamentos, enfim tudo o que é necessário a um bom
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> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Algum tempo após tudo combinado, > recebo um fax
> de seu marido não médico, que intitula-se seu > auxiliar-organizador, com uma
> lista de exigências com 18 itens, intitulando-se Organizador do > Curso e
> impondo valores diferentes do combinado e me permitindo cobrar R$50,00 > a mais
> em cada inscrição para me auxiliar nos custos. Fiz contato > telefônico com esse
> senhor e o comuniquei que não foi isso o combinado com sua esposa > (não fiz
> contrato pois apenas convidei uma médica para falar). Como a lista > de
> exigências constava até mandar mala direta para o Norte e > Nordeste, sendo eu
> de Curitiba, imaginei que fosse engano... Sua resposta foi evasiva > dizendo que
> falaria com sua esposa. Passou a ligar diversas vezes a minha > secretária
> comentando sempre erros em minha organização, fingindo-se alguém > interessado
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> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Tudo pronto, fiquei sabendo por > ela que
> chegaria a Curitiba na noite de sexta feira, com seu adorável marido > não
> convidado na bagagem. Viriam por sua própria conta e se hospedariam > num hotel
> que ela mesma escolheu.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Para minha grata surpresa, > houveram 43
> inscrições para um tema tão específico. Aderiram ao chamado a > grande maioria
> dos serviços congêneres de Curitiba, alguns do interior do > Paraná e até de
> Santa Catarina.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Marcada a hora do encontro, fui > receber o
> casal pessoalmente no hotel e os conduzi ao Encontro. Tudo transcorreu > da
> forma mais perfeita possível e muitos elogios a toda > organização. Sr. marido
> chegou e permaneceu reclamando da mala direta, do certificado, que ele > teria
> feito diferente, etc. etc. etc. Resolvi continuar calado em respeito a > doutora
> e por ser por pouco tempo, apesar que às vezes batia nas suas costas > e
> falava&nbsp; - "puxa que bom que você veio". Pedi a minha esposa que > passasse
> no hotel enquanto não alí retornavam, para pagar toda suas contas, > deixar
> flores, uma lembrança e um bilhete de agradecimento.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Fim de festa, diversos elogios dos >
> participantes e pedidos de outros encontros semelhantes, chamei o sr. > marido
> para dar-lhe o cheque do combinado antes que retornassem ao aeroporto. > Eu
> estava cansado mas satisfeito por tudo e claro, por não ter tido > prejuizo e
> conseguindo cobrir a quase totalidade dos custos sem contar o meu
> trabalho.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Vendo o valor das quinze > incrições no cheque,
> a criatura iniciou a vociferação esbravejando que o curso era > deles e
> portanto, deles seriam todas as inscrições. Alegavam os dois que > quinze
> inscrições seriam o mínimo para virem a Curitiba e que o > restante a mais, que
> seria dos organizadores do curso, seriam não as demais > inscrições
> eventualmente obtidas, mas sim o que eu cobrasse a mais em cima do > preço
> combinado por cada inscrito e portanto levariam todo o valor do > evento, e que
> como eu não cobrei a mais sobre o valor das incrições, o > problema era
> meu.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Bem amigos isso aconteceu dentro > do meu
> serviço. Pedi a doutora que falaria apenas com ela pois ainda > éramos médicos e
> ele não. Deixei claro que ele não poderia continuar alí. Pediu > para que o
> revistasse etc - baixaria total. Após falar a doutora a sós da > minha tristeza
> em ver a medicina nesse estado de coisas, e se ela pensava que eu > teria todo o
> trabalho que tive e custo, de um evento de auto-promoção dela e de > seu
> serviço, eu seria no mínimo louco. Coloquei que se foi um mal > entendido,
> porque esse mal entendido foi da minha parte e não deles já que > falei com seu
> marido na ocasião do fax listado de exigências, quando > poderíamos ter
> resolvido tudo e não esperar até o final. Não acreditando no que > estava
> acontecendo, pedi a ela um ou dois dias para pensar no assunto, até > baixar
> adrenalina e a tristeza, quando então a contataria para resolvermos > como
> adultos sérios.</FONT></DIV>
> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Sr. marido não aceitou mas > colocou rápidamente
> o cheque no bolso e saiu. </FONT></DIV>
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> rápidamente.</FONT></DIV>
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> <DIV><FONT color=#000000 size=2>Não estou pedindo suporte a > minha opinião
> colegas, mas a doutora insite que&nbsp; - "essa é a realidade em > nosso País e
> conduta corrente em vários serviços e eventos, e inclusive nos > serviços mais
> dinheiristas, ela ainda leva 50% ".</FONT></DIV>
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> de conhecimentos" ?&nbsp;</FONT></DIV>
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> <DIV><FONT size=2>Estou louco ? </FONT></DIV>
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> ------=_NextPart_000_0019_01BEF409.84644780--
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> End of OBSTET-L Digest 299
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