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Re: Boas noticias para as toxemicas.From: Márcia Dias (mdr@cruzeironet.com.br)Fri, 13 Aug 1999 14:33:13 -0300
Gostaria de conhecer melhor esse trabalho. Por favor envie-me mais referências. Um abraço, Adilson -----Mensagem original----- De: Adailton Salvatore Meira <asmeira@zaz.com.br> Para: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@talk.obgyn.net> Data: Domingo, 8 de Agosto de 1999 17:44 Assunto: Boas noticias para as toxemicas. Esta ai mais algumas ferramentas para prevenir a toxemia, alem de melhorar a qualidade de vida das gestantes e das criancas. Observacao, no Brasil temos o acido linenico no PRIMORIS e no GAMALINE (que tem 500 mg associado com omega 6). Alem das formas manipuladas de OLEO DE PRIMULA, que muitas farmacias de manipulacao/homeopatia fazem. ---------------------------------------------------------------------------- =20 ------------------------------------------------------------------------- =20
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------------------------------------------------------------------------- Cálcio e ácido linoleico reduzem a incidência de pré-eclampsia
Em estudo publicado no Obstetrics & Gynecology (1998;91:585-590) de abril de 1998 pesquisadores da Universidad del Valle in Cali (Colômbia) demonstram que a suplementação alimentar com cálcio e ácido linoleico reduz significativamente os riscos de pré-eclampsia em mulheres de alto risco.
O estudo do tipo controlado e randomizado foi realizado com 86 primíparas. Os pesquisadores observaram que doses diárias de 450 mg de ácido linoleico e 600 mg de cálcio aumentaram os níveis de prostaglandina E2 (mais de 100% nas mulheres que receberam o tratamento contra apenas 33% no grupo controle) e diminuiram a relação entre o tromboxane B2 e a prostaglandina E2 (40% nas mulheres que receberam o tratamento contra apenas 18% no grupo controle).
Além disso, no grupo que recebeu o tratamento 9,3% apresentaram pré-eclampsia quando comparadas a 37,2% no grupo sem tratamento. Foi observado também que os filhos de mulheres que receberam o cálcio e o ácido linoléico nasceram em média com 124 g a mais do que os filhos de mulheres do grupo controle.
Os autores acreditam que estes resultados reforçam que a toxemia gravídia é resultante da relação entre o tromboxane B2 e a prostaglandina E2 e que esta relação pode pelo menos ser mantida em mulheres com risco de desenvolver pré-eclampsia através de suplementação alimentar com cálcio e ácido linoleico.
Administrador da lista: flavio.monteiro.desouza@obgyn.net Solicitações à lista: obstet-l-request@obgyn.net Última atualização: Mon May 19 16:37:55 2008 |
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