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Ao médicoFrom: Jose Luis Quelho (quelho@auanet.com.br)Sat, 17 Oct 1998 11:40:16 -0500 (CDT)
Ao médico Por certo, nem te lembras (tão criança Eras naquele tempo...)e, no entanto, Um homem, quanta vez, mudou o pranto De teu pais em sorrissos de bonança Por certo, nem te lembras (já te cansa A memória talvez... ) Um dia, entanto, Este homem terá sido mais que um santo, Salvando o filho teu - tua esperança! O bem que se recebe a gente esquece... Somente a dor jamais será esquecida: Enfim, quem a curou... desaparece!... Mas, se este poema, acaso, te eternece, Ama teu médico, atraves da vida, Lembra-te dele, ao menos, numa prece! Alvaro Albuquerque
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Administrador da lista: flavio.monteiro.desouza@obgyn.net Solicitações à lista: obstet-l-request@obgyn.net Última atualização: Wed Mar 26 19:49:02 2008 |
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