Re: patologia endometrial
From: Orlando Bustillo (butinene@yahoo.com)
Wed, 30 Sep 1998 04:05:11 -0700 (PDT)
Amigo Paulo: que microhisteroscopio estas utilizando estou interessado
em comprar um .
Comcordo com voce na conducta do caso em discuçao
Abraço
Orlando
butinene@yahoo.com
---Paulo Ayroza Galvão Ribeiro wrote:
>
> Não há dúvidas que toda histeroscopia cirúrgica deva ser precedida de
> histeroscopia diagnóstica com coleta de material para análise
endometrial.
> Quanto a técnica a ser empregada na biopsia acredito que toda lesão
focal
> merece ressecão ou biopsia dirigida. Os novos microhisteroscópios
permitem
> biopsia dirigida ambulatorial com maior facilidade, coisa que até
pouco
> tempo atrás não era tão fácil. No entanto as lesões difusas ou simples
> datação de endométrio podem ser feitas com biopsia orientada. Em nossa
> casuística de 1100 histeroscopias diagnósticas temos 6 casos de Ca de
> endométrio, todos com diagnóstico macroscópico suspeito de patologia
> maligna. Desta casuística tivemos 2 casos de lesão focal em ápice de
polipo
> como descrito pelo colega Barrozo. DEVEMOS PRESTAR ATENÇÃO A ESTA
> POSSIBILIDADE!!
>
> Paulo Ayroza
>
> -----Mensagem original-----
> De: Paulo R. M. Barrozo, MD <barrozo@alohanet.com.br>
> Para: Multiple recipients of list <obstet-l@talk.obgyn.net>
> Data: Segunda-feira, 28 de Setembro de 1998 22:30
> Assunto: Re: patologia endometrial
>
> >JOSE LUIS QUELHO wrote:
> >>
> >> At Sat, 26 Sep 1998, Claudio Sitya wrote:
> >> >
> >> >Acho que a Histerosonografia com solução fisiológica nestes casos
> >> > endométrios levemente espessados ou duvidosos ) pode dispensar
uma
> >> >histeroscopia diagnóstica na maioria dos casos. Acho que a
histeroscopia
> >> >poderia ficar para um segundo plano, nos casos em que a
> histerosonografia
> >> >evidenciar alguma anormalidade, servindo já como uma excelente
> metodologia
> >> >de orientação e planejamento para as cirurgias
video-histeroscópicas.
> >> >
> >> >--
> >> >Claudio Sitya
> >> >Santa Maria - RS
> >>
> >> >Caro colega Claudio
> >>
> >> Conforme opinião de renomado colegas que atuam na especialidade de
> >> histeroscopia,e de boa norma que a histeroscopia cirurgica deve ser
> >> sempre antecedida pela histeroscopia diagnóstica independente do
> >> encontro de patologias por outros metodos diagnostico, mesmo que
seja
> >> por histerosonografia.
> >> Aquardo manifestação de outros colegas que atuam nesta area.
> >> Sem mais, atenciosamente
> >>
> >> Jose Luis Quelho
> >> TEGO - CRM/MS 1982
> >> Aquidauana - MS
> >
> >Concordo com o colega José Luis.
> >
> >NUNCA devemos fazer uma cirurgia histeroscóppica sem antes termos
feito
> >uma histeroscopia diagnóstica, de preferência acompanhada de biópsia
> >DIRIGIDA, por vídeo histeroscopia.
> >
> >O colega Paulo Ayrosa falou em biópsia ORIENTADA por histeroscopia.
> >Este é um tema controverso. Quando não encontramos nenhuma área do
> >endométrio com alguma particularidade especial, admitimos a biópsia
> >apenas dirigida por histeroscopia. No entanto, quando encontramos uma
> >área com qualquer particularidade seja no aspecto, textura ou
> >vascularização achamos mandatório que a biópsia seja DIRIGIDA (ou
seja,
> >realizada sob visão histeroscópica), assim obtemos uma muito maior
> >acurácia.
> >
> >Uma curiosidade: há um ano e meio atrás, o Ramón Labastida em pessoa,
> >discordou desta nossa posição no II Simpósio Internacional do
Endométrio
> >em São Paulo. Há um mês estivemos com a Dra. Alicia Ubeda, chefe da
> >endoscopia ginecológica do Intitut Dexeus que nos informou que o Dr.
> >Labastida passou a adotar a conduta que defendemos em São Paulo.
> >
> >Já tivemos oportunidade de diagnosticar patologia maligna na
extremidade
> >distal de um pólipo, de aproximadamente 3/4 mm de diâmetro, que se
> >situava junto ao óstio tubáreo esquerdo em paciente que já havia sido
> >submetida a biópsia orientada com resultado negativo.
> >
> >Logo, se até uma histeroscopia com biópsia orientada pode omitir uma
> >patologia, que dirá da histerossonografia. Gostaria de afirmar que
não
> >sou contra a histerossono, fui um dos primeiros a utilizá-la em minha
> >região.
> >
> >Em pacientes com queixa de sangramento uterino anormal, a solicito de
> >imediato, ao invés de solicitar uma US endovaginal simples (o que
seria
> >seguido por uma histerossono e possívelmente por uma histeroscopia),
> >pois apesar de ser um exame "invasivo", seu grau de invasividade é
> >rizível e é de muito fácil realização, resultando em uma US
endovaginal
> >"alargada", com uma melhora muito grande da avaliação cavitária. Isto
> >muito me auxilia nos casos que acabam tendo que ir para histeroscopia
> >diagnóstica.
> >
> >Saudações.
> >
> >--
> > ======================================================
> > Dr. Paulo R. M. Barrozo, M.D., TEGO, TCBC
> > Secretary of Brazilian Society of Laparoscopic Surgery
> > Clinica Santa Helena - Head of Ob-Gyn Dept.
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> > Fax:+55 24 6435103 Tel:+55 24 6471200 Ext 207
> > barrozo@bigfoot.com barrozo@usa.net
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