Iatrogenia

From: Denise Alves Baptista (dabmed@uol.com.br)
Tue, 28 Mar 2000 00:01:16 -0300


Presenciei uma importante: cistostomia acidental (não acredito que seja comum)

-----Mensagem Original----- De: <obstet-l@obgyn.net> Para: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@forum.obgyn.net> Enviada em: Segunda-feira, 27 de Março de 2000 12:10 Assunto: OBSTET-L digest 513

> OBSTET-L Digest 513
>
> Topics covered in this issue include:
>
> 1) Re: Teste
> by "Francisco Ilo" <ilo@elogica.com.br>
> 2) Iatrogenia
> by José Jacyr Leal Júnior <caf@jacyrleal.com.br>
> 3) paradoxo- Mórbida Indiferença
> by "Ricardo Villar" <drvillar@uol.com.br>
>
> ----------------------------------------------------------------------
>
> ----------------------------------------------------------------------
> Date: Sun, 26 Mar 2000 12:24:19 -0300
> ----------------------------------------------------------------------
> From: "Francisco Ilo" <ilo@elogica.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>
> Subject: Re: Teste
> Message-ID: <01bf9737$5b38ae60$b9daf9c8@ilo.elogica.com.br>
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> Content-Transfer-Encoding: 8bit
>
> Estou respodendo, apenas para informá-lo que seu e-mail( teste)
> foi recebido.
> Conceição Cardoso
> -----Mensagem original-----
> De: João Batista Marinho de Castro Lima <jbmclima@uol.com.br>
> Para: Multiple recipients of list OBSTET-L <obstet-l@forum.obgyn.net>
> Data: Domingo, 26 de Março de 2000 12:10
> Assunto: Teste
>
> >Isto é apenas um teste, pois estive tendo problemas co meu programa de
> >correio.
> >
>
> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Sun, 26 Mar 2000 17:25:50 -0300
> ------------------------------
> From: José Jacyr Leal Júnior <caf@jacyrleal.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>
> Subject: Iatrogenia
> Message-ID: <001601bf9761$7c9318a0$84d6c3c8@jacyr>
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> Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
>
> Prezados Colegas
>
> Vou dar uma conferência sobre Iatrogenia em Ginecologia e > Obstetrícia. Porém, a cada caso que penso e preparo, lembro de outro > e vejo quanto esse assunto pode ser vasto. Portanto resolvi pedir a > opinião dos colegas: quais os casos de iatrogenia que pensam ser os > mais freqüentes e/ou os mais importantes.
>
> Abraços
>
> José Jacyr Leal Júnior
> Centro de Avaliação Fetal Batel SC Ltda.
> Curitiba - Paraná - Brasil
> caf@jacyrleal.com.br
> http://www.jacyrleal.com.br
>
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> <DIV><FONT size=2>Prezados Colegas</FONT></DIV>
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> <DIV><FONT size=2>Vou dar uma conferência sobre Iatrogenia em > Ginecologia e
> Obstetrícia. Porém, a cada caso que penso e preparo, lembro de outro > e vejo
> quanto esse assunto pode ser vasto.&nbsp;Portanto resolvi pedir a > opinião dos
> colegas: quais os casos de iatrogenia que pensam ser os mais > freqüentes e/ou os
> mais importantes.</FONT></DIV>
> <DIV>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT size=2>Abraços</FONT></DIV>
> <DIV>&nbsp;</DIV>
> <DIV><FONT size=2>José Jacyr Leal Júnior<BR>Centro de > Avaliação Fetal Batel SC
> Ltda.<BR>Curitiba - Paraná - Brasil<BR><A
> href="mailto:caf@jacyrleal.com.br">caf@jacyrleal.com.br</A><BR><A
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> ------------------------------
>
> ------------------------------
> Date: Sat, 25 Mar 2000 08:32:58 -0300
> ------------------------------
> From: "Ricardo Villar" <drvillar@uol.com.br>
> To: <obstet-l@obgyn.net>,
> "Multiple recipients of list OBSTET-L" <obstet-l@talk.obgyn.net>,
> "Multiple recipients of list OBSTET-L" <obstet-l@forum.obgyn.net>
> Subject: paradoxo- Mórbida Indiferença
> Message-ID: <002201bf9797$62542200$a12fbfc8@i8p6l4>
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>
> Mórbida Indiferença...
>
> Veio da Índia a frase do célebre poeta Rabindranath Tagore
> sobre por que existiam as crianças:
> "São a eterna esperança de Deus nos homens".
>
> Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera > de um
> peixe.
> De repente, gritos de crianças trincam o silêncio.
> Assustam-se. Olham para a frente, olham para trás. Nada.
> Os berros continuam e vêm de onde menos esperam.
> A correnteza trazia duas crianças pedindo socorro.
> Os pescadores pulam na água.
> Mal conseguem salvá-las com muito esforço, quando ouvem mais berros
> e notam mais quatro crianças debatendo-se na água.
> Desta vez, apenas duas são resgatadas.
> Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior.
> Dessa vez, oito crianças vindo correnteza abaixo.
> Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora.
> O amigo exclama:
> - Você está louco, não vai me ajudar?
> Sem deter o passo, ele responde:
> - Faça o que puder.
> Vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.
> Essa antiga lenda indiana retrata como nos sentimos no Brasil.
> Temos poucos braços para tantos afogados.
> Mal salvamos um e vários descem rio abaixo,numa corrente incessante de > apelos e mãos estendidas.
> Somos obrigados a cair na água e, ao mesmo tempo,sair à procura de > quem joga as crianças.
> Incrível como alguns homens às margens do rio conseguem conviver > com os berros.
> E até dormir sem sobressaltos.
> É como se não ouvissem.
> Se o pior cego é aquele que não quer ver, o pior surdo é aquele > que não quer escutar.
> É gente que não conhece o prazer infinito da solidariedade.
> Não conhece o encanto do estender poucos centímetros de braço e > encostar os dedos nas estrelas.
> Tão fácil agarrar uma estrela, refletida no brilho dos olhos de quem > salvamos por falta de ar.
> Por sorte temos pescadores que, dia após dia, mostram como as > crianças sobrevivem nos homens.
> E como é doloroso o parto de um homem precoce no corpo de um > menino.(...)
> Texto retirado do CD de Milton Nascimento
>
> E você está escutando os gritos ???
>
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> poeta Rabindranath Tagore<BR>sobre por que existiam as > crianças:<BR><FONT
> color=#000080>"São a eterna esperança de Deus nos
> homens".<BR></FONT><BR>Sentados à beira do rio, dois pescadores > seguram suas
> varas à espera de um<BR>peixe.<BR>De repente, gritos de crianças > trincam o
> silêncio.<BR>Assustam-se. Olham para a frente, olham para trás. > Nada.<BR>Os
> berros continuam e vêm de onde menos esperam.<BR>A correnteza trazia > duas
> crianças pedindo socorro.<BR>Os pescadores pulam na água.<BR>Mal > conseguem
> salvá-las com muito esforço, quando ouvem mais berros<BR>e notam > mais quatro
> crianças debatendo-se na água.<BR>Desta vez, apenas duas são
> resgatadas.<BR>Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda > maior.<BR>Dessa vez,
> oito crianças vindo correnteza abaixo.<BR>Um dos pescadores vira as > costas ao
> rio e começa a ir embora.<BR>O amigo exclama:<BR>- Você está > louco, não vai me
> ajudar?<BR>Sem deter o passo, ele responde:<BR>- Faça o que > puder.<BR>Vou tentar
> descobrir quem está jogando as crianças no rio.<BR>Essa antiga lenda > indiana
> retrata como nos sentimos no Brasil.<BR>Temos poucos braços para > tantos
> afogados.<BR>Mal salvamos um e vários descem rio abaixo,numa corrente > incessante
> de apelos e mãos estendidas.<BR>Somos obrigados a cair na água > e,&nbsp; ao mesmo
> tempo,sair à procura de quem joga as crianças.<BR>Incrível como > alguns&nbsp;
> homens às margens do rio conseguem conviver com os<FONT > color=#000000
> face="Comic Sans MS" size=2> </FONT>berros.<BR>E até dormir sem
> sobressaltos.<BR>É como se não ouvissem.<BR>Se o pior cego é > aquele que não quer
> ver,<FONT color=#000000 face="Comic Sans MS" size=2> </FONT>o pior > surdo é
> aquele que não quer escutar.<BR>É gente que não conhece o prazer > infinito da
> solidariedade.<BR>Não conhece o encanto do estender poucos<FONT > color=#000000
> face="Comic Sans MS" size=2> </FONT>centímetros de braço e > encostar os dedos nas
> estrelas.<BR>Tão fácil agarrar uma estrela, refletida no brilho dos > olhos de
> quem<FONT color=#000000 face="Comic Sans MS" size=2> > </FONT>salvamos por falta
> de ar.<BR>Por sorte temos pescadores que, dia após dia,<FONT > color=#000000
> face="Comic Sans MS" size=2> </FONT>mostram como as crianças > sobrevivem nos
> homens.<BR>E como é doloroso o parto de um homem precoce no corpo de > um
> menino.(...)<BR>Texto retirado do CD de Milton Nascimento<BR><BR><FONT
> color=#ff0000>E você está escutando os gritos
> ???<BR></FONT><BR><BR></BODY></HTML>
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